quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Resumidamente (em várias palavras).

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Em primeiro lugar, queria agradecer a todos pelo carinho depositado no último post

OBRIGADA!

Foi um dia de muito trabalho e nervosismo para os dois.

Descobri (pela milionésima vez) que este Mundo está repleto de maldade e parece que quanto mais as pessoas são boas, mais os outros os tentam prejudicar.
Não falo de mim. Falo do meu Pai. A pessoa mais pacífica do Mundo e de alguns vizinhos do seu negócio que o tentaram prejudicar e difamar.
Em vão, após mais de trinta anos de boa convivência, por consequência de contos e ditos, mal ditos, e de muitas mentiras e invejas de algo que nem chegamos a ter.
Felizmente, esta mini-história teve o seu final feliz.
Não só Deus estava do nosso lado, como os seus clientes, que conheceram de imediato o seu bom carácter!

Ao final do dia estávamos exaustos. Mas ainda assim fomos jantar, a dois, e foi a salvação do Nosso dia. (Fomos maravilhosamente bem atendidos e comemos lindamente!)

Sobre este assunto, que ficou pendente falar-vos, tenho a dizer-vos que: não aconteceu!

Não apareceu. Não deu a cara. Não se justificou por si mesma.
Enviou um mensageiro, vinte minutos depois da hora marcada, vinte minutos depois de uma espera que parecia não terminar.
No nosso rosto era visível. Para mim estava terminado.
A revolta era grande, a tristeza maior e a mágoa... A mágoa é ainda muito minha.
É Foi comigo que me senti aborrecida.
Desiludida por ter tentado novamente, por ter insistido em algo que no final, revelou não valer o esforço.

Hoje, passados estes dias, a frio, a desilusão é cada vez maior. Tem dias que parece que cresce a olhos vistos!
Naquele dia, depois de vinte minutos de espera, o encontro ficaria para outro dia.
Não ficou, não sei se quero que fique.
Hoje, passados estes dias, a frio, continuo à espera de uma desculpa, de uma justificação, de uma cara.
Não sei se chegará. Tem dias que não sei mais se as quero.
Mereço. Eu mereço. Tu, não sei.

Se antes não tinha sido grave... Agora não sei.
Se antes engoli o orgulho, aquela mágoa... Agora não sei.
Agora não sei.
Agora não sei se tu mereces a minha amizade.
Desculpa.
Eu agora sei.
Sei que eu mereço. Eu mereço muito mais. Muito melhor.

Também sei que não sou orgulhosa, nem demasiado egoísta... veremos! Talvez essa seja o meu azar, e a tua sorte.




Nota de rodapé:

Escrevia-vos este texto na passada quinta-feira, exausta, cansada, triste.
A semana não estava a ser doce, mas a maioria dos problemas estavam resolvidos.
Interrompi a publicação quando o meu marido, ainda mais triste, entrou no escritório com um novo pesadelo: o avô dele, o nosso avô, acabava de partir.
Nesse dia, adoeci. Vomitei tudo o que consegui, não o fazia há mais de quinze anos.
E no dia seguinte, fraca, não fui capaz de lhe dar o apoio que ele precisou. As minhas pernas tremiam, a minha cabeça doía e o meu corpo não suportava o seu peso. (A família ficou a achar que estou grávida, e eu confesso que fiquei a pensar demasiado no assunto.)
Para terminar a semana com chave d'ouro, o meu pai teve um acidente de automóvel. Prejuízos à parte, está ótimo, graças a Deus.
Em resumo, foi uma semana péssima!
- Segunda-feira: um mau jeito nas costas, um pescoço preso, muitas dores.
- Terça-feira (o nosso dia): problemas, problemas, gente má, gente ruim, discussão, muitos nervos e, felizmente, um bom jantar com Ele.
- Quarta-feira: começar a resolver os problemas.
- Quinta-feira: terminar de resolver os problemas, a má-notícia do nosso querido avô e uma noite péssima!
- Sexta-feira: uma viagem à terra às pressas, um mau-estar gigante, o dia do funeral.
- Sábado: o acidente de automóvel do meu pai e eu, que tinha misturado dois medicamentos inimigos, acordei às machas e papos (não me faltava mais nada, não é?).
No final, um Domingo mais tranquilo, cheio de esperança que a semana seguinte fosse melhor!
E tem sido. Bem mais calma, com a rotina, a passos curtos, a voltar à normalidade.

A todas/os, Obrigada por continuarem desse lado. 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Nós.

❤️



Oito ano de ti, para ti.
Oito anos de mim, sempre para ti. 
Não digo Nada, tu sabes Tudo.
(E que venham mais oito vezes oito, no mínimo.)



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

#23

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Amanhã voltamos a encontrar-nos.
Passaram-se alguns meses e talvez o sentimento não seja mais o mesmo.
Talvez não tenha esfriado por completo, talvez ainda seja recuperável.
Não sei.
Sei que o tempo passou, sei que eu tentei uma vez.
Pelo menos, apenas, uma vez. Pelo menos, eu tentei.
Depois desisti.
Desisti de tentar, desisti de sentir compaixão, desisti de ser compreensiva.
Desisti de tentar aceitar as falhas dos outros e, assim, eu falhei.
Eu errei. Eu tive culpas. Não todas. Não sei se foram poucas. Mas não foram muitas.
Desisti de tentar resolver as coisas de forma adulta, mas também não consegui ser infantil. Ou terei sido?
Passaram-se alguns meses.
Não tocamos mais no assunto.
Eu fui demasiado radical. Mas cedi.
Cedi porque não sou orgulhosa. Porque quero o bem das pessoas. Porque, talvez, sim!, tive saudades.
Não sei se vamos recuperar o tempo perdido.
Não sei se quero recuperar o tempo perdido.
Seja aquilo, e apenas, aquilo, que Deus quiser.
Que o tempo passe.
Que os sentimentos esfriem ou voltem a nascer.
Seja aquilo que Deus quiser.
Amanhã voltamos a encontrar-nos.
Não sei se quero falar sobre o assunto. Não sei se vale a pena remexer nas feridas.
Sei que não quero discutir.
Preciso de um pedido de desculpa. Eu fiz o meu. Preciso agora do Meu.
Talvez não seja capaz de seguir em frente sem Ele.
Ou talvez não seja assim tão orgulhosa.
Talvez continua a mesma Marta ingénua que quer acreditar que endureceu à força, que se tornou muito mais insensível, fria, tão pouco amiga de quem não o merece.
Não sou, mas acho que queria ser. Acho que devia ser. Merecia ser.
Talvez não seja aquilo que Deus quer para mim.
E, acima de tudo, eu quero apenas,
Que seja o que Deus quiser!


Assim que me seja possível irei retribuir-vos cada comentário. Vocês são incríveis! 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

#22

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Estou sempre a pensar em vocês, no blog, em todos os assuntos que me apetecia escrever, sobre tudo o que me apetece desabafar.
Mas ultimamente sinto-me muito cansada.

Esta semana temos um feriado (YEAAAHHH...uuhhhh... %$#§&*#!), mas avizinha-se muito provavelmente um dia demasiado desgastante. (meninas/os, façam figas!)

Estou tão cansada que não quero mais discussões.
Sabem quando o cansaço é tanto que não interessa mais quem teve razão? É isso.
Não quero mais entender. Consigo agora esquecer e caminhar em frente.
Como se ainda fossemos crianças, como se não fosse preciso mais tocar no assunto.
Talvez não seja.
Por mim, qualquer um pode ter razão. Até posso ser eu a errada.
Só preciso de paz. Só preciso de sossego.
Não preciso de mais nada.
E se não resultar... eu tentei.

Perdoem-me por não ser mais forte do que isto.* Estou a ser tão forte o quanto consigo.

Um beijinho do tamanho do mundo para todas/os vocês que estão sempre aqui, desse lado, comigo.





* Por isto e por escrever sem-sentido.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

#21

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Hoje apetece-me falar-vos de finanças.

A verdade é que eu não percebo patavina de contabilidade, não sei o fazer IRS's e nunca tive mais de 'satisfaz' (sim, com letra minúscula) a matemática.

As finanças que vos trago chamam-se carinhosamente, filhas da #%$&*%, carinhosamente, portanto: finanças da vida.

O topo do dilema é: mais alguém conta tostões todo o santo do mês?

Por aqui, todos os meses, no final de cada mês, atempadamente, preparam-se pequenas listas de contas a pagar no mês seguinte.

É renda, é agua, é luz, é Internets, é saldos de telemóveis, é ginásio, é gasóleo, é paparoca, é... ver o dinheiro todo do mês seguinte desaparecer, muito antes de ainda ter sequer entrado na conta.

Este mês ainda temos: imposto automóvel, aniversário de casamento, aniversário do sobrinho, aniversário da amiga...

Tem tudo para correr mal, portanto.

A somar a tudo isto, é preciso ainda poupar dinheiro para uma lista infindável de coisinhas que preciso de comprar no IKEA* (eu sei que já vos falei no sofá, não vou falar, mas *suspiros*suspiros*suspiros*).

E todos os meses a história se vai repetindo...
Mas!
E como eu digo sempre, o importante é ter saúde.
E minhas queridas, meus queridos, acreditem.
Mal ou bem, vamos sendo um afortunados,
Graças a Deus.

E é isto.


* Senhores do IKEA, se andarem por aí, porventura a matar tempo, por favor, eu mereço! enviem-me cupões de desconto. Têm sido desfeitas economias só para equipar aqui a casa d'a Marta, e vocês, meus queridos, vocês têm sido sempre os eleitos. Obrigada!


- Vá. Não me dêem grande crédito, ou dêem! porque eu até precisava. -
*MUAHAHAHA*

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

#20

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Este ano, a passagem de ano inclui a minha festa de trinta-anos e eu não sei o que quero fazer.

Não sei com quem quero estar*, não sei onde quero ir, o que comer, quanto gastar...
E todos os anos começo a sonhar com a noite de réveillon no início de Setembro.
Este ano, pela primeira vez desde há muito tempo, está a ser diferente.
Este ano, ando a fugir do assunto.

Ele está com poucas ideias. E sentimento é mútuo. Não sabemos com onde queremos estar, com quem queremos estar.

Ele sabe que não quer ir comer a um restaurante, que não quer passar a meia noite com estranhos, no meio de muita confusão, longe do conforto de um lar.
E os dois, os dois não queremos gastar muito dinheiro: compramos finalmente a televisão nova para a sala e queremos comprar o sofá ma-ra-vi-lho-so no mês de Dezembro.

Todos os anos têm sido iguais.
A expectativa é sempre alta.
Mas todos os anos se instala a confusão: aquele não suporta aquela, a outra não gosta do outro... e nós, que estamos de bem com toda gente.

Conclusão: não podemos juntar toda a gente, não podemos estar em dois locais diferentes.

Nascer a 31 de Dezembro tem tanto de engraçado, como de ingrato.
É o último dia no ano, a festa deveria ser sempre a dobrar. Mas a festa é sempre adiada. Uns que vão para fora, outros que têm a família...

E este ano são os trinta, não sei ao certo o que quero fazer deste dia.

Ele sugere os dois, a televisão nova, o nosso (possivelmente) sofá novo, uma dose de filmes, muita comida boa, 3... 2... 1... Feliz Ano Novo e uma garrafa de champanhe para os dois.
Não sei.

Não festejamos Natal e estou habituada a que esse dia seja a dois.
Mas a passagem do ano... O meu aniversário...

Não sei.
Tenho que pensar sobre isso.
Faço-o sempre. Atempadamente. Com tanto tempo.
E este ano... Nhééé!

Ajudem-me. 
Contem-me as vossas experiências.
Partilhem comigo as vossas ideias.


* A única certeza que tenho é Ele.


Já comecei a retribuir os vossos comentários. Obrigada pela vossa presença! 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Olá, Outono!

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Olá, Outono!
Traz contigo castanhas, jeropiga não é preciso. 
Acedemos a lareira, juntamos amigos e família.
Não exageres no frio.
Vem com calma, mas apressa-te com as castanhas.*
Pinta as ruas de folhas. Podes dar-nos algum vento e domingos de sofá e mantas.
Traz-nos malhas quentinhas, cores escuras, meias grossas.
Não corras. Não temos pressa.

Olá, Outono! 
Traz-nos novas datas especiais, objetivos alcançados, reconstitui amizades antigas.**

Olá, Outono!
Sê muito bem-vindo.


* Mais alguém adora castanhas?
** Eu estou a esforçar-me. E Tu?



Faltam sensivelmente três meses para o final do ano. A-rre-pi-an-te!
Continuo em divida com todas/os vocês.
Passei por aqui de fugida, mas espero retribuir-vos todo o vosso carinho este fim de semana.
Obrigada, a todos, por tudo!